No inicio do século XX, os EUA passaram por um grande crescimento econômico, ditando o ritmo da economia mundial. Porém este grande crescimento levou os Estados Unidos a encontrarem severas dificuldades econômicas a partir do ano de 1925, este fato deu-se, pelo fato dos salários não terem acompanhado o crescente aumento da produção industrial norte-americana. Eram muitos produtos, para um mercado que não podia adquiri-lo, já que os salários eram baixos e os empregos escassos, geraou-se uma superprodução industrial e se iniciou uma crise econômica. A crise chegou à bolsa de valores, iniciando o temível “crash, da bolsa de valores”, os preços das ações caiam seguidamente e diversos bancos, indústrias e outros bens de serviço faliram, gerando o desemprego de milhões de norte-americanos e fatalmente atingindo as economias diversificadas no mundo a fora, gerando uma crise econômica mundial sem precedentes.
Contrariando a política do Laissez Faire e alocando a participação do estado na crise o governo norte-americano conseguiu sanar esta enfermidade econômica. Seguindo a teoria de Keynes, o estado passou a interferir e participar nas ações econômicas que resultou em obras de infra-estrutura, estatais, salário para os desempregados, assistência social aos trabalhadores e empréstimos.
Agora quase oitenta anos depois o mundo depara-se novamente com o balançar de um império, um império que pode desmoronar ou não. Esta crise começou em 2001, com a chamada crise dos imóveis. Já em 2006 a taxa de juros nos imóveis devido a grande procura chega ao recorde desde 2001, atingindo a marca de 5,25%. Com este aumento a procura por imóveis cai e consequentemente a financeiras começam a enfrentar a inadimplência de seus clientes. Os estadunidenses sempre tiveram consigo o poder do consumo, o grande impulso de sua economia, porém com novas dividas o orçamento dos cidadãos norte-americanos começa a ficar apertado diminuindo o consumo interno e consequentemente gerando prejuízos em seu mercado. Em 2007 o presidente do Banco Central Americano Ben Bernake, admitiu que os prejuízos com a crise imobiliária americana ultrapassavam a casa dos U$ 100 bilhões de dólares. Para evitar uma crise de consumo ainda maior o Banco Central americano corta as taxas de juros para tentar alavancar o consumo interno e direcionando assistência financeira aos bancos, injetando na economia mais de 30 bilhões de dólares.
Esta crise teve efeito cascata estendendo-se por empresas do mundo todo principalmente no continente europeu. Ainda em 2007 as perdas com a inadimplência das hipotecas chegam aos bilhões derrubando dezenas de financeiras. Já em 2008 o Banco Missouri é decretado como falido e é a primeira vitima da crise econômica dos imóveis norte-americanos. O crescimento economico dos EUA é extremamente moderado desde o ano de 2002, como resposta a este decréscimo do consumo interno o estado libera para o mercado interno mais de U$160 bilhões para aquecer a economia interna e aumentar o seu consumo. Esta crise é a maior desde o crash de 1929; desde o ano de 2004 mais de noventa bancos decretaram falência. Com toda esta crise financeira a inflação nos EUA chega a 4,5% a maior desde 1991 e a renda per capta do cidadão caiu quase 1%. Uma queda tão acentuada em uma economia de mercado forte como a norte-americana pode gerar catástrofes externas e internas na economia global.
Desde o inicio do ano, treze instituições financeiras foram à falência ou estão em falência eminente, o Banco Central dos EUA, injetou em setembro de 2008 mais de 180 bilhões de dólares no mercado econômico mundial. O governo norte-americano divulga um pacote de mais de U$700 bilhões, mas o congresso veta a ajuda do estado. O que no inicio levou as bolsas de valores da Europa e do Brasil ao delírio logo trouxe o desequilíbrio nas bolsas de valores globais, assim novos recordes de quedas de balanço comercial atingiram todo o mercado. No mês de setembro a Bovespa teve uma queda acentuada de mais de 10%, fechando por um dia as suas cotações, fato que não ocorria desde meados da década de noventa.
Em tese a crise norte-americana poderá desencadear o caos na economia global como ocorreu em 1929. Esta crise será extremamente prejudicial para o mercado brasileiro e para os outros países de economia diversificada. Assim, só nos resta aguardar e esperar novos capítulos desta crise que pode durar meia década ou até cinco décadas. Talvez!
Contrariando a política do Laissez Faire e alocando a participação do estado na crise o governo norte-americano conseguiu sanar esta enfermidade econômica. Seguindo a teoria de Keynes, o estado passou a interferir e participar nas ações econômicas que resultou em obras de infra-estrutura, estatais, salário para os desempregados, assistência social aos trabalhadores e empréstimos.
Agora quase oitenta anos depois o mundo depara-se novamente com o balançar de um império, um império que pode desmoronar ou não. Esta crise começou em 2001, com a chamada crise dos imóveis. Já em 2006 a taxa de juros nos imóveis devido a grande procura chega ao recorde desde 2001, atingindo a marca de 5,25%. Com este aumento a procura por imóveis cai e consequentemente a financeiras começam a enfrentar a inadimplência de seus clientes. Os estadunidenses sempre tiveram consigo o poder do consumo, o grande impulso de sua economia, porém com novas dividas o orçamento dos cidadãos norte-americanos começa a ficar apertado diminuindo o consumo interno e consequentemente gerando prejuízos em seu mercado. Em 2007 o presidente do Banco Central Americano Ben Bernake, admitiu que os prejuízos com a crise imobiliária americana ultrapassavam a casa dos U$ 100 bilhões de dólares. Para evitar uma crise de consumo ainda maior o Banco Central americano corta as taxas de juros para tentar alavancar o consumo interno e direcionando assistência financeira aos bancos, injetando na economia mais de 30 bilhões de dólares.
Esta crise teve efeito cascata estendendo-se por empresas do mundo todo principalmente no continente europeu. Ainda em 2007 as perdas com a inadimplência das hipotecas chegam aos bilhões derrubando dezenas de financeiras. Já em 2008 o Banco Missouri é decretado como falido e é a primeira vitima da crise econômica dos imóveis norte-americanos. O crescimento economico dos EUA é extremamente moderado desde o ano de 2002, como resposta a este decréscimo do consumo interno o estado libera para o mercado interno mais de U$160 bilhões para aquecer a economia interna e aumentar o seu consumo. Esta crise é a maior desde o crash de 1929; desde o ano de 2004 mais de noventa bancos decretaram falência. Com toda esta crise financeira a inflação nos EUA chega a 4,5% a maior desde 1991 e a renda per capta do cidadão caiu quase 1%. Uma queda tão acentuada em uma economia de mercado forte como a norte-americana pode gerar catástrofes externas e internas na economia global.
Desde o inicio do ano, treze instituições financeiras foram à falência ou estão em falência eminente, o Banco Central dos EUA, injetou em setembro de 2008 mais de 180 bilhões de dólares no mercado econômico mundial. O governo norte-americano divulga um pacote de mais de U$700 bilhões, mas o congresso veta a ajuda do estado. O que no inicio levou as bolsas de valores da Europa e do Brasil ao delírio logo trouxe o desequilíbrio nas bolsas de valores globais, assim novos recordes de quedas de balanço comercial atingiram todo o mercado. No mês de setembro a Bovespa teve uma queda acentuada de mais de 10%, fechando por um dia as suas cotações, fato que não ocorria desde meados da década de noventa.
Em tese a crise norte-americana poderá desencadear o caos na economia global como ocorreu em 1929. Esta crise será extremamente prejudicial para o mercado brasileiro e para os outros países de economia diversificada. Assim, só nos resta aguardar e esperar novos capítulos desta crise que pode durar meia década ou até cinco décadas. Talvez!