27/12/2008

A natureza do bem viver

Viver por si só já é uma dádiva, uma experiência que poucas pessoas puderam ter. A razão de estar vivo, ter uma família, ser sociável ou anti-social tanto faz. Isto é ser humano, lutar contra a desigualdade das castas e batalhar pelo próximo. Batalhar por si próprio. Batalhar pelo conforto da felicidade.

O capitalismo criou um “Feliz Natal” repleto de alegrias para os comerciantes, criou um novo mercado de consumo onde o produto a ser vendido é a felicidade. Nas gôndolas das lojas e mercados varejistas ou atacadistas, vê-se a felicidade estampada nos rosto dos milhões de brasileiros sortudos que puderam ter um natal confortável ao menos. O objetivo deste texto não é reclamar das festas de fim de ano, mas sim conscientizar as pessoas para o mais importante das festas, a companhia das pessoas mais próximas, as mais estimadas, o respeito pelo parente ou simplesmente o amor referente à família.

Notoriamente as festas e as reuniões de fim de ano nada mais são do que cabides de interesses em presentes materiais, a paixão fútil por tudo que é referente ao consumismo. Um abraço sincero é o maior presente recebido por alguém, poder olhar nos olhos das pessoas mais próximas e dizer o quão importantes são em suas vidas. Dizer-lhes obrigado por tudo. Pela família.

O capitalismo criou o dia daquilo e disso. O dia do faz me rir, pois só o que se vê é o consumo desenfreado sobre todo o materialismo imposto pelo capital. Este texto não tem por objetivo criticar o aquecimento gerado na economia nacional devido às festas de fim de ano, mas sim pedir o retorno do bem viver, do respeito mútuo. São extremamente importantes estas festas para o país sobre o aspecto econômico, mas de nada vale um caro presente ao parente se dias depois você não mais o abraçar.

Enfim, sejam um pouco mais sinceros, corteses, aptos ao coletivismo. Estas reuniões que tanto lhe parecem um “porre” serão as lindas lembranças de um passado em seus futuros presentes.

14/12/2008

“Sapatada” na consciência de George W. Bush.

Segundo o site UOL, “No meio da coletiva, um jornalista iraquiano atirou os sapatos contra George W. Bush e gritou: "É o beijo de despedida, seu cachorro”, mas os sapatos não atingiram o presidente dos EUA”.

É uma questão delicada de abordar, pois eu mesmo (o autor e dono deste blog desferiria um de meus sapatos na direção desta “figura”.). Porém não valeria o prejuízo. – Tal criatura não vale um sapato, pois este senhor é um assassino, o líder de algo que trouxe mazelas ao povo afegão e iraquiano. George W. Bush com o seu estilo cowboy, ordenou a ida de muito de seus jovens ao oriente médio, fazendo-os vitimas dos pesadelos da guerra. Este “monstro presidencial” destruiu uma geração de jovens promissores. Este “monstro presidencial” é o mandante de chacinas devido à busca por posições estratégicas e petróleo.

“Monstro. George W. Bush, você é uma anomalia”.

O sangue de milhares de árabes inocentes e jovens estadunidenses corre entre os seus dedos, o sangue que escorre entre os dedos de um covarde. Um sapato foi pouco. Este jornalista iraquiano é um símbolo de dignidade, mesmo perdendo um de seus sapatos. Não sei se vale a pena tal prejuízo. – Mas este corajoso jovem deve saber que o mundo pensante e digno de fé o apóia, defende a idéia de punição aos bandidos. Na verdade George W. Bush é digno de pena, o poder corrompe. O poder que é transferido entre os familiares de geração em geração na família Bush. Não é papai Bush, você começou tudo isso!

Talvez. Talvez alguns de vocês leitores possam vir a discordar deste desabafo de um alguém que se contorcia de raiva em frente à televisão quando os mocinhos destruíram o Iraque. “Monstro presidencial”, você merece ser julgado pelos seus crimes de guerra. Porém isto. A justiça. - Ninguém fará! É doloroso saber que tal senhor respira, fere e manipula. O que é um sapato na fuça de um “monstro presidencial” quando levantados os números de mortos em beneficio do império estadunidense!

Por tanto a pergunta que não quer calar é, quando George W. Bush será julgado pelos seus crimes de guerra? – O “monstro presidencial” é mais letal que a varíola, a AIDS e o ebola. Sem mais delongas desfiro este protesto na “cara” deste sujeito.

...George W. Bush, o mundo não te quer. Vá embora.

Nota... É certo afirmar que o jovem herói será punido por tal atitude. Talvez não sobreviva. Provavelmente ele irá aparecer desfalecido em algum lugar com os cumprimentos do monstro presidencial.

13/12/2008

A falácia da política brasileira

A constituição vem a imputar todos os direitos e deveres necessários para uma manutenção saudável da estrutura social do país. A grande maioria dos cidadãos brasileiros obedece à constituição nacional, seguem a ordem e participam da parte saudável do estado. Esta maioria trabalha, paga os impostos que lhe são empurrados, respeita a lei e o convívio. Porém esta parcela da população vive tomando “pancada” da classe política do Brasil, pessoas nas quais se deposita a responsabilidade de ajustar o meio social, personalidades que deveriam trazer o equilíbrio. Esta situação não é utilizada somente para a alta classe nacional, mas sim para a classe trabalhadora que gera receita para o país. E o que ganha em troca esta classe trabalhadora? – “PANCADA”!

Os nobres legisladores (ironia) preferem deixar a sua população a margem das condições básicas mínimas e necessárias pela comodidade de tornar o povo eleitor um tanto quanto alienado. A questão é evidentemente clara, pois se uma população como a brasileira possuir o discernimento necessário para diferenciar em quem votar fatalmente ou otimamente a grande maioria dos senhores de gabinete já eleitos não retornariam as câmaras pelo Brasil.

Desde que o Brasil é Brasil, assistimos à falácia dos senhores de gabinete detentores da riqueza nacional, detentores da culpa da miséria instalada na estrutura deste país. A culpa é destes senhores, a culpa é do povo devido à comodidade (meia culpa de todos). O que é preciso fazer para melhorar esta nação, uma nação tão próspera e maravilhosa. O Povo tem a obrigação de trabalhar, exigir, protestar com insultos se necessários e bater firmemente com o braço forte no peito gritando... “Não machuquem o meu país”! – Por quê? Este é o país do todo, é o país do povo.

Enfim, trabalhar em todos os sentidos é o caminho para a salvação desta poderosa pátria. O Brasil é forte, só resta agora a sua população saber disso!