O capitalismo criou um “Feliz Natal” repleto de alegrias para os comerciantes, criou um novo mercado de consumo onde o produto a ser vendido é a felicidade. Nas gôndolas das lojas e mercados varejistas ou atacadistas, vê-se a felicidade estampada nos rosto dos milhões de brasileiros sortudos que puderam ter um natal confortável ao menos. O objetivo deste texto não é reclamar das festas de fim de ano, mas sim conscientizar as pessoas para o mais importante das festas, a companhia das pessoas mais próximas, as mais estimadas, o respeito pelo parente ou simplesmente o amor referente à família.
Notoriamente as festas e as reuniões de fim de ano nada mais são do que cabides de interesses em presentes materiais, a paixão fútil por tudo que é referente ao consumismo. Um abraço sincero é o maior presente recebido por alguém, poder olhar nos olhos das pessoas mais próximas e dizer o quão importantes são em suas vidas. Dizer-lhes obrigado por tudo. Pela família.
O capitalismo criou o dia daquilo e disso. O dia do faz me rir, pois só o que se vê é o consumo desenfreado sobre todo o materialismo imposto pelo capital. Este texto não tem por objetivo criticar o aquecimento gerado na economia nacional devido às festas de fim de ano, mas sim pedir o retorno do bem viver, do respeito mútuo. São extremamente importantes estas festas para o país sobre o aspecto econômico, mas de nada vale um caro presente ao parente se dias depois você não mais o abraçar.
Enfim, sejam um pouco mais sinceros, corteses, aptos ao coletivismo. Estas reuniões que tanto lhe parecem um “porre” serão as lindas lembranças de um passado em seus futuros presentes.