19/03/2009

A fantástica fábrica de deboches

As firmes paredes do congresso conseguem em parte segurar os ecos vergonhosos que ocorrem na casa do povo. “Na casa da democracia”. – Os representantes do legislativo cada vez mais nos deixam preocupados junto de seus indicados do executivo e judiciário. Até onde vai o poder destes senhores? – Onde está a compostura, a ética parlamentar e partidária? – Onde está o bom senso?

Enquanto boa parte da nação trabalha para sobreviver, pagando os seus ardilosos impostos os senhores de gabinete nada fazem na tentativa de se criar melhorias para o país. O que se enxerga é uma maquina publica inchada e vazia ao mesmo tempo. Eles nada representam. Não representam os direitos do povo. Onde está a democracia neste país? Um país onde um cidadão só possui deveres, só detém a força de trabalho barata para sustentar um estado falido, uma administração elitista que não emprega os seus esforços em melhorias sociais. O fato destes senhores de gabinete não respeitarem o povo não os torna “donos” desta abençoada terra. O Brasil é dos brasileiros, esta pátria é a missão promissora, onde provar que um alicerce firme, forjado por um povo batalhador e não acomodado pode transformar a nação em um país de homens e mulheres fortes e auto-suficientes. É hipocrisia achar que a pobreza vai ou deve acabar isto nunca irá ocorrer neste planeta, o equilíbrio das classes é necessário e saudável para a sobrevivência da espécie. Porém, a miséria não pode ser aceita, a fome não pode ser imposta pelo capital. O capital não tem pátria e não se instala em um país para desenvolver tal nação, pois o capital é sujo. Hoje o capital está na Ásia, amanha ou depois na África ou na America Latina. Então, a pergunta fica onde nenhum político gostar de explicar... Porque não as melhorias sociais? – Não é útil a historia familiar destas “personas” destruir em grande parte gerações de famílias ligadas as oligarquias políticas do continente. Educar é preciso. Permitam ao povo elevar o potencial deste país através de inovações e capacidade de vitória. Permitam que o brasileiro conheça a verdadeira “face” deste solo. Permitam a este povo a sua ausência, pois a casa do povo foi invadida desde a sua construção por sujeitos tomados pelo interesse máximo ao uso do capital em beneficio próprio. – O fato é que não dá para compreender como os legisladores se reelegem. Na verdade compreendemos, mas é melhor deixar esta discussão para outro momento. Enfim, deixemos aflorar a sede pela justiça. Deixemos um futuro decente aos nossos filhos e netos. Deixemos a vergonha estampada “na cara” dos administradores desta nação. Provemos ao mundo que o povo brasileiro pode comandar esta pátria. Nós podemos vencer. Larguemos a verdade nas ruas, nas escolas e iluminemos o povo.

Escute o som das batidas de corações envergonhados por não aceitarem o fato do deboche sofrido pelos senhores de gabinete. Ouça a verdade aproximando-se. Sintam o poder da mudança chegando. Não vai demorar e este país tomará um rumo adequado ao seu próprio potencial e merecimento. E o povo? –O povo deve ser educado e reeducado para uma igualdade de direitos e deveres e justiça. Somos iguais, brasileiros e vencedores. Vencedores!

11/03/2009

Indolência popular

Imagem retirada da internet


Através de uma lassidão formidável a sociedade brasileira consegue extrapolar todos os limites do que aceitável. Talvez seja o desgosto histórico ao que se refere sobre a elite administrativa do Brasil. Poucos são os pobres ambiciosos e poucos são os ricos generosos, então o mais provável ou adequado seria um nivelamento social mesmo quando não existindo mais uma classe média no país.

Os desmandos e o descaso da corja política administrativa do Brasil ultrapassam o limite da ética, ultrapassam os limites do cristianismo e ultrapassam o limite da razão, pois como pode alguém dormir a noite depois de desviar verbas publicas ou simplesmente engavetar um excelente projeto de caráter social. A nação chora, mesmo quando a maioria não tenha compreendido veementemente o valor de ser brasileiro. Incluem-se nesta lista os políticos corruptos (mentirosos; demagogos e assassinos por tabela). Agora você leitor deve estar se perguntando... – Assassino? – Assassino sim, pois se estes senhores de gabinete trabalhassem de maneira árdua e honesta não haveria tanta selvageria nas ruas deste país. Os índices de violência no Brasil são semelhantes ao de um país em guerra, o fato é que o cidadão brasileiro ao sair na rua não sente mais o cheiro de sangue nas calçadas. “Virou rotina”.

Amar este país não é difícil, amar este país é contemplar as probabilidades de grandeza, é compreender o quão grandioso e poderoso somos e podemos ser ainda mais. Honrar este país é acordar cedo, abraçar a família, cumprimentar os vizinhos e discutir sobre o trabalho e a política do estado com o colega de setor. É crer na possibilidade de assistir ainda vivo o crescimento único e progressivo da nação, tanto no capital e principalmente nas questões sociais.

Porém o que acontece com este povo? – Acontece o mesmo desastre de outras nações subdesenvolvidas socialmente, o “descaso popular”, a frouxidão de enfrentar os senhores de gabinete. Vencê-los e depois mostrar-lhes como se faz. Mostrar-lhes a maneira correta de honrar a Deus. Honrar a pátria. O sistema capitalista está impregnado nas nações e nada o fará partir a não ser as suas próprias falhas e a sua deplorável necessidade de explorar “tudo”, sabemos que o capital exige a manutenção da pobreza, porém deve-se ao povo um começo. O começo da salvação de uma geração para então assim começar a pensar na salvação da terra Brasil, o país dos sonhos e da felicidade mesmo quando esta felicidade se demonstra com gratuidade.

Enfim é obrigação popular lutar contra o desdenho administrativo geral, lutar contra esta maquina política destruidora de sonhos e lutar pelo equilíbrio das classes. Viver a realidade é útil e esquecer um pouco que o mundo não é singular é necessário. O povo unido e bem direcionado é mais forte do que qualquer governo, porém isto não é do interesse governamental. Então lá nos confins da matéria política em Brasília os senhores de gabinete sorriem e festejam da indolência popular. Afinal, quase ninguém reclama. Trabalhar para que? – Pensam eles!

E nós, estamos a pensar?