04/10/2009

Rio 2016, um gigantesco passo... Um gigantesco gasto

Foi maravilhoso o dia 2 de outubro para o Brasil, uma data histórica e provavelmente inigualável como autopromoção.

Vencer metrópoles urbanas como Madri e Chicago, fez o mundo entender significativamente a atual situação financeira do Brasil. Esta terra de contrastes que irá sediar em apenas uma década uma Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, esta é a terra de passos e sonhos gigantescos, passos largos estes que haverão de bancar os dois maiores e valorosos eventos do planeta. Este é o atual Brasil, capaz de bancar toda esta ostentação. Isto não é pessimismo ou “ser do contra”, como diz o presidente Luis Inácio Lula da Silva, é racionalidade. É pensar se todo o sacrifício e suor deste povo que transformados em capital deva ser investido em praças esportivas, neste momento.

... Mas e o povo, onde ficará a grande fatia de pobres deste país? ... Bilhões serão gastos, bilhões de dólares, isto é muito dinheiro para ser gasto com praças esportivas. Mas, de onde irá sair todo este capital para tais investimentos “monstruosos”, esperemos que não saia do bolso e do suor dos contribuintes.

É interessante pensar que para tais eventos existe um poderoso Brasil, um país repleto de capital e coragem para investir em luxuosas praças esportivas, mesmo quando se comprova a cada dia a necessidade de se construir hospitais, escolas públicas maiores, maiores investimentos em segurança pública, reforma agrária e uma “pá” de outros problemas neste país. É, realmente este Brasil é um país de contrastes.

Todo este sentimento viral é muito bonito, temos de admitir, mas custará demasiadamente o suor dos trabalhadores deste país. Mas, como isto é possível? ... É simples, este Brasil consegue ser uma das dez maiores economias do mundo e também consegue a proeza de possuir um dos piores IDH [índice de desenvolvimento humano] do planeta. Amém ao governo federal.

Agora seja você leitor um patriota, reflita seriamente, o que você entende por necessidade imediata neste país?
- Acredito que antes de o Brasil aventurar-se nesta “jornada olímpica”, precisa-se antes de qualquer outra coisa, e de forma urgente e coesa a manutenção social deste Brasil, neste Brasil que ainda permite que alguns de seus filhos passem fome.
Assim, acordemos para a realidade, pois vivemos sim em um país rico, mas que é povoado por pobres em sua grande parte.

O povo brasileiro precisa de apoio do estado, precisa de emprego, melhores hospitais, escolas e estrutura urbana... O povo brasileiro precisa destes serviços por critérios objetivos, trabalhamos e pagamos por estes serviços.
O Brasil que queremos não pode sediar os jogos olímpicos neste momento, pois este país ainda tem muitos problemas a serem resolvidos, antes de tal realização. Agora imagine todos os recursos destinados aos jogos olímpicos investidos neste país, investidos em estrutura, investidos em Educação.
Antes de esbanjarmos até o ano de 2016. Ainda é mais preocupante o fato de o carnê desta obra ser quitado depois dos jogos. Serão quantas décadas pagando por este devaneio?

Um verdadeiro patriota irá preferir a saúde e a educação de seus filhos. O verdadeiro patriota irá defender a idéia de que o país precisa de educadores mais instruídos e não de estádios e arenas paisagísticas. O verdadeiro patriota irá preterir estes gastos. É um sacrifício valido, deixemos de inflar os nossos egos por um futuro mais digno para os nossos filhos e netos.

Enfim, sediar os jogos olímpicos de 2016 é um grande passo, um grande passo inoportuno para este Brasil.

15/09/2009

A alforria do direito de indignar-se

Jornalista que lançou sapatos em Bush deixa a prisão

Muntazer al-Zaidi cumpriu nove meses de prisão.Segundo um irmão, ele fará tratamento médico.
O jornalista iraquiano Muntazer al- Zaidi, que jogou seus sapatos na direção do ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, em dezembro de 2008, em Bagdá, foi libertado nesta terça-feira (15), após nove meses de prisão.


[Declaração de Muntazer al- Zaidi ]
"Eles não impedirão esforços para me buscar como um insurgente revolucionário", disse ele em entrevista à rede de TV em que trabalhava. Ao deixar a penitenciária ele afirmou ainda que o primeiro-ministro iraquiano lhe deve um pedido de desculpas. "No momento em que o primeiro-ministro Nuri Al Maliki afirmava às redes de televisão que não dormiria até que tivesse garantias de meu destino, eu era torturado da pior maneira, agredido com cabos elétricos e barras de ferro", declarou o repórter.


Fonte da noticia: Do G1, com agências internacionais *

Após nove meses de prisão foi liberto o heróico iraquiano que chocou o mundo positivamente ao lançar seus sapatos em Bush, o jornalista que hoje é uma grande referencia no mundo muçulmano por sua coragem e dignidade está livre. Finalmente. Desde 2003 o ex-presidente estadunidense G. W. Bush lançou sobre o povo iraquiano toda a sua ganância sanguinária, não houve guerra no Iraque, houve um massacre, onde apenas um mês passado as tropas de coalizão já haviam tomado a capital do Iraque. Isto não é guerra.

Analisando de forma racional pensemos desta forma, passados cinco anos de invasão, humilhação e assassinatos de civis inocentes o povo iraquiano ganhou voz através de Muntazer al- Zaidi, o povo iraquiano pode mostrar realmente como se sente. Não houve crime, o nosso heróico jornalista iraquiano fez o seu papel de cidadão que ama o seu país, a sua terra e respeita principalmente os princípios religiosos.

Não bastasse todo o sangue e humilhação dentro dos limites geográficos do Iraque o ex-presidente G. W. Bush junto de sua arrogância decidiu gerar um ultimo insulto ao povo do Iraque, quando pisou na terra daqueles onde outrora patrocinou a morte, patrocinou a destruição de um país já arrasado pelo despotismo. A maior demonstração de honestidade, sobriedade e civilidade foi o ato do nosso herói iraquiano quando lançou seus sapatos em Bush, o jovem trabalhador iraquiano quis mostrar ao mundo que ali ele não precisaria explodir-se para protestar, ele humilhou publicamente o ex-presidente estadunidense, insultando-o ao lançar seus sapatos. Muntazer al- Zaidi tu és um herói, é de cidadãos da sua idoneidade e integridade que o Brasil precisa. O povo do Iraque sempre lhe será grato pelo seu mais alto gesto de nobreza pelo seu país.

Em nota quem deveria estar preso pelos seus crimes de guerra é George W. Bush, mas até ele a justiça não chegará assim como chegou até Saddam Hussain. Nesta terça-feira o mundo recebeu uma excelente noticia a noticia da libertação de um herói popular, um cidadão digno de condecorações. Porem o mundo deve ficar alerta, pois Muntazer al- Zaidi pode sofrer retaliações fora da prisão através de agencias estatais estadunidenses, é obrigação de todos os chefes de estado proteger este trabalhador iraquiano já que existem poucos heróis no mundo de hoje.


10/08/2009

A coluna indiscreta do nepotismo

No Brasil infelizmente não podemos nos orgulhar da forma de como se pratica a política. Existem meandros obscuros, legisladores obscuros, ou a submissão popular que consegue ser tão obscura quanto às demais citadas.

Praticamente em todos os dias podemos ouvir, ou podemos ver a imunda pratica do nepotismo, onde pessoas imorais dão “serviço” a outras pessoas imorais. Em meias palavras, “gente sem vergonha”.

Um deputado tem para si muitos benefícios, benefícios estes que ele sozinho mal pode administrar. Então, ocorre a partir desta “mamata” a premissa de poder, ocorre à sensação de impunidade, ou seja, por mais ilegalidades que um político possa cometer ele está a salvo, está alem dos limites da justiça. Em meias palavras, “o corrupto está acima da lei”.

Não bastasse a corrupção, não bastasse à impunidade, não bastasse à inconseqüência odiosa, não bastasse à imunidade parlamentar, “eles” retiram dos cidadãos trabalhadores a oportunidade de ingressar no servidorismo publico através de meios e processos legais.

O que realmente é mais espantoso são a facilidade e a tranqüilidade que estes corruptos possuem quando procuram se defender, quando acusados da pratica de nepotismo.

Assim, esta pratica não vai acabar enquanto os cidadãos não colocarem o seu desgosto com a política brasileira em protesto, fazendo passeatas, movimentos, ou simplesmente fazer valer os direitos civis.

Enfim, quando o povo brasileiro vai compreender que um cidadão não pode ser refém dos deveres?

Então, se isto é uma democracia o povo brasileiro ainda possui o direito de ser respeitado e o principal deles é o de ser mais bem tratado pelos senhores nepotistas de gabinete.

Observação: A culpa de toda esta bagunça “corruptiva” legalizada é nossa. Façamos algo, rápido.

28/06/2009

Uma nova América Latina

A América Latina desde o período colonial foi utilizada para meios de exploração. Desde as colônias, as aristocracias comandaram o continente através da opressão e a servidão de sua população. Os países latino-americanos não puderam participar dos mesmos processos desenvolvimentistas das nações industrializadas em tempo ou período adequado, como a Revolução Industrial, processos de urbanização e estruturação político-econômica adequada. Todos estes fatores aliados as independências tardias desencadearam todo um atraso na conjuntura do continente. Não havendo ordem e estrutura todos os processos foram atropelados, onde os países latinos prosseguiram no subdesenvolvimento. A prática exploratória das colônias condenou a prosperidade dos países latino-americanos através de todo o tipo de intervenção.

Na segunda metade do século XX, houve de fato a industrialização dos países latinos, porém ocorrida de maneira errada, descontinua e despreparada. Os maquinários que chegavam eram ultrapassados, não havia uma estrutura industrial física adequada, o que centralizava as indústrias nas grandes cidades. A falta de estrutura energética sempre foi um grande problema para os setores da indústria. Após a construção de uma considerável estrutura industrial de mercados, as indústrias e empresas estrangeiras chegaram ao continente através da fragilidade e abertura econômica, monopolizando todo o setor industrial. Assim, mais uma vez os países latinos ficaram reféns de grandes potencias que continuaram a interferir nos governos e projetos econômico-sociais.

Estas novas mudanças estruturais ocorrem em um momento onde se busca resgatar as raízes revolucionarias e independentes dos povos latinos, hoje mais instruídos intelectualmente e tecnicamente. Hoje países como a Venezuela, Equador, Uruguai e Bolívia defendem ideais mais socialistas do que capitalistas, onde se pode incluir também o Chile e o Brasil. Lideres regionais como Hugo Chávez, Lula, Rafael Correa, Evo Morales e Tabaré Vasquez conduzem uma nova política na América Latina, defendendo os interesses dos estados da região.

Estes governos buscam melhorias sociais, através de suas riquezas. O momento é de retomadas de estatais, onde os países latinos estão tomando a rédia de seus destinos, não dependendo exclusivamente das nações mais desenvolvidas.

Antes existiram os Caudilhos com lideres regionais, mas hoje se tem o presidencialismo, democracia, um setor industrial fortalecido e o desejo de prosperidade. O fato é que os países latinos encontraram o caminho da independência que é o fortalecimento como unidade regional, social e política, onde cada vez mais irão surgir novos lideres pregando o fortalecimento da região, visando o mundo.

13/06/2009

A batalha da educação deve continuar



Segundo pesquisas da ONU, ainda temos cerca de 680 mil crianças fora das salas de aula. A pesquisa apontou que desde a década de 90 foram extremamente consideráveis os avanços do Brasil sobre a educação. A pesquisa demonstra otimismo e perspectiva em relação a melhorias ainda maiores na educação nacional, mas devemos frisar bem neste ponto o porquê destes investimentos!

Logicamente pode-se perceber tamanha melhora não que esta melhora seja algo incrível, mas outros dirão – “É incrível para os padrões educacionais do país!”. Talvez. Analisemos pelo seguinte aspecto, estes investimentos não foram feitos único e exclusivamente para a melhoria das condições da educação brasileira. A reforma em seu colégio ou no de seu filho não foram feitas sobre a perspectiva de um futuro melhor e estruturado paras as nossas crianças e jovens. Estes investimentos foram e são exclusivamente frutos de ações exigidas pelos credores internacionais e pela “maravilhosa” ONU. Nenhum investimento foi feito pensando no bem estar da população, mas sim por interesses sobre o STATUS do índice de IDH. O Brasil é devedor neste quesito.

Durante a década de 90 houve a troca da moeda nacional e conseqüentemente a ardilosa política neoliberal do governo FHC. Durante este período houve ainda “alguns” empréstimos requisitados pelos até então administradores do estado ao FMI e em troca os credores internacionais exigiram e exigem investimentos sobre a educação e outros setores sociais. Porem isto é um teatro, apenas uma mascara para encobrir o mundo de seus verdadeiros interesses. O retorno triplicado deste capital! As nossas crianças, eu ou você não somos importantes para estes senhores credores e/ou administradores deste país, embora eles relutem em mentir. Somos gados no pasto sendo guiados para a engorda e o abate.

Analisando pelo seguinte aspecto os ditos governos conseguiram até os dias de hoje permitir a falta de 680 mil estudantes nas escolas em todo o país. Isto é inaceitável, onde está o poder deste povo? Lutemos por um estado de bem estar social, pois os impostos pagos a estes senhores de gabinete que controlam esta máquina suja que é o governo estão a nos privar de nossos sonhos. Os sonhos de um povo sofrido e trabalhador. Somos melhores do que toda esta situação de precariedade em que vivemos. Lutemos por um governo justo, onde os cidadãos sejam realmente cidadãos para que possamos desfrutar de toda uma sociedade justa e honesta. Infelizmente as desigualdades sócias jamais terão um fim, mas podemos amenizá-las. Lutemos por estes direitos, os verdadeiros direitos civis. Os direitos do povo como um todo.

09/06/2009

Até quando?


O que fazer?
Enquanto a grande maioria dos senhores deputados torra os nossos impostos em seus gabinetes “sujos” e corruptos as nossas crianças têm de estudar em verdadeiros “puleiros”. Não basta a escola brasileira ser pouco atrativa para os mais jovens eles ainda tem de conviver com a péssima estrutura física. Assim só beato estuda, mesmo.

É a farra da corrupção brasileira. A farra e os desvios de verbas públicas. A farra da sem-vergonhice. A farra da imoralidade. Vamos dizer basta e modificar este país. Os cidadãos devem agir desta forma, a população brasileira deve acabar com esta farra assistencialista e lutar pelo desejo de viver em uma sociedade sem serviços públicos precários. Afinal, pagamos altos impostos para sermos humilhados por estes senhores de gabinete?

Vamos todos para as ruas protestar e exigir mudanças. É este o dever de um cidadão. O dever de um povo.

A base de uma nação esta na educação e vejamos nesta matéria a base da educação brasileira. Muitos podem pensar que isto seja um fato isolado. Não é!
A grande maioria das escolas brasileiras não possui uma capacidade de infra-estrutura razoável para que os professores possam lecionar. E isto começa na base salarial do professor.

Enfim, esta reportagem do G1, mostra literalmente o descaso dos administradores deste país. Façamos a nossa parte e sejamos o inicio da mudança. Sejamos o inicio de um Brasil forte, justo e bravo. Uma população verdadeiramente cidadã. Devemos isto a este solo e esta é a nossa divida com Deus.

Pense nisto. Esta escola poderia ser a de um de seus filhos. É este o futuro e o presente que desejas? -... Se for esta a sua perspectiva continue vendendo o seu voto.

A pátria acima de tudo. Basta a corrupção.

06/06/2009

Refletindo sobre a realidade



Hoje eu não irei desabafar sobre toda esta situação vergonhosa em que se encontra a política nacional. Hoje você irá refletir sobre estas imagens. Analise-a com parcimônia e carinho e tire de seu âmago uma conclusão sobre toda a corja que diz nos administar.
Imagens retiradas do GOOGLE.

19/03/2009

A fantástica fábrica de deboches

As firmes paredes do congresso conseguem em parte segurar os ecos vergonhosos que ocorrem na casa do povo. “Na casa da democracia”. – Os representantes do legislativo cada vez mais nos deixam preocupados junto de seus indicados do executivo e judiciário. Até onde vai o poder destes senhores? – Onde está a compostura, a ética parlamentar e partidária? – Onde está o bom senso?

Enquanto boa parte da nação trabalha para sobreviver, pagando os seus ardilosos impostos os senhores de gabinete nada fazem na tentativa de se criar melhorias para o país. O que se enxerga é uma maquina publica inchada e vazia ao mesmo tempo. Eles nada representam. Não representam os direitos do povo. Onde está a democracia neste país? Um país onde um cidadão só possui deveres, só detém a força de trabalho barata para sustentar um estado falido, uma administração elitista que não emprega os seus esforços em melhorias sociais. O fato destes senhores de gabinete não respeitarem o povo não os torna “donos” desta abençoada terra. O Brasil é dos brasileiros, esta pátria é a missão promissora, onde provar que um alicerce firme, forjado por um povo batalhador e não acomodado pode transformar a nação em um país de homens e mulheres fortes e auto-suficientes. É hipocrisia achar que a pobreza vai ou deve acabar isto nunca irá ocorrer neste planeta, o equilíbrio das classes é necessário e saudável para a sobrevivência da espécie. Porém, a miséria não pode ser aceita, a fome não pode ser imposta pelo capital. O capital não tem pátria e não se instala em um país para desenvolver tal nação, pois o capital é sujo. Hoje o capital está na Ásia, amanha ou depois na África ou na America Latina. Então, a pergunta fica onde nenhum político gostar de explicar... Porque não as melhorias sociais? – Não é útil a historia familiar destas “personas” destruir em grande parte gerações de famílias ligadas as oligarquias políticas do continente. Educar é preciso. Permitam ao povo elevar o potencial deste país através de inovações e capacidade de vitória. Permitam que o brasileiro conheça a verdadeira “face” deste solo. Permitam a este povo a sua ausência, pois a casa do povo foi invadida desde a sua construção por sujeitos tomados pelo interesse máximo ao uso do capital em beneficio próprio. – O fato é que não dá para compreender como os legisladores se reelegem. Na verdade compreendemos, mas é melhor deixar esta discussão para outro momento. Enfim, deixemos aflorar a sede pela justiça. Deixemos um futuro decente aos nossos filhos e netos. Deixemos a vergonha estampada “na cara” dos administradores desta nação. Provemos ao mundo que o povo brasileiro pode comandar esta pátria. Nós podemos vencer. Larguemos a verdade nas ruas, nas escolas e iluminemos o povo.

Escute o som das batidas de corações envergonhados por não aceitarem o fato do deboche sofrido pelos senhores de gabinete. Ouça a verdade aproximando-se. Sintam o poder da mudança chegando. Não vai demorar e este país tomará um rumo adequado ao seu próprio potencial e merecimento. E o povo? –O povo deve ser educado e reeducado para uma igualdade de direitos e deveres e justiça. Somos iguais, brasileiros e vencedores. Vencedores!

11/03/2009

Indolência popular

Imagem retirada da internet


Através de uma lassidão formidável a sociedade brasileira consegue extrapolar todos os limites do que aceitável. Talvez seja o desgosto histórico ao que se refere sobre a elite administrativa do Brasil. Poucos são os pobres ambiciosos e poucos são os ricos generosos, então o mais provável ou adequado seria um nivelamento social mesmo quando não existindo mais uma classe média no país.

Os desmandos e o descaso da corja política administrativa do Brasil ultrapassam o limite da ética, ultrapassam os limites do cristianismo e ultrapassam o limite da razão, pois como pode alguém dormir a noite depois de desviar verbas publicas ou simplesmente engavetar um excelente projeto de caráter social. A nação chora, mesmo quando a maioria não tenha compreendido veementemente o valor de ser brasileiro. Incluem-se nesta lista os políticos corruptos (mentirosos; demagogos e assassinos por tabela). Agora você leitor deve estar se perguntando... – Assassino? – Assassino sim, pois se estes senhores de gabinete trabalhassem de maneira árdua e honesta não haveria tanta selvageria nas ruas deste país. Os índices de violência no Brasil são semelhantes ao de um país em guerra, o fato é que o cidadão brasileiro ao sair na rua não sente mais o cheiro de sangue nas calçadas. “Virou rotina”.

Amar este país não é difícil, amar este país é contemplar as probabilidades de grandeza, é compreender o quão grandioso e poderoso somos e podemos ser ainda mais. Honrar este país é acordar cedo, abraçar a família, cumprimentar os vizinhos e discutir sobre o trabalho e a política do estado com o colega de setor. É crer na possibilidade de assistir ainda vivo o crescimento único e progressivo da nação, tanto no capital e principalmente nas questões sociais.

Porém o que acontece com este povo? – Acontece o mesmo desastre de outras nações subdesenvolvidas socialmente, o “descaso popular”, a frouxidão de enfrentar os senhores de gabinete. Vencê-los e depois mostrar-lhes como se faz. Mostrar-lhes a maneira correta de honrar a Deus. Honrar a pátria. O sistema capitalista está impregnado nas nações e nada o fará partir a não ser as suas próprias falhas e a sua deplorável necessidade de explorar “tudo”, sabemos que o capital exige a manutenção da pobreza, porém deve-se ao povo um começo. O começo da salvação de uma geração para então assim começar a pensar na salvação da terra Brasil, o país dos sonhos e da felicidade mesmo quando esta felicidade se demonstra com gratuidade.

Enfim é obrigação popular lutar contra o desdenho administrativo geral, lutar contra esta maquina política destruidora de sonhos e lutar pelo equilíbrio das classes. Viver a realidade é útil e esquecer um pouco que o mundo não é singular é necessário. O povo unido e bem direcionado é mais forte do que qualquer governo, porém isto não é do interesse governamental. Então lá nos confins da matéria política em Brasília os senhores de gabinete sorriem e festejam da indolência popular. Afinal, quase ninguém reclama. Trabalhar para que? – Pensam eles!

E nós, estamos a pensar?

08/02/2009

Ilusão

Trabalhar, estudar, consumir, esbravejar, aceitar, coagir e ser coagido pelo sistema das pessoas... Não há referências ao estado nesta coação, mas sim nas pessoas. – Descrever o poder social causador de impactos pessoais na grande massa. O poder de envenenar os olhos daqueles não capazes de se defender do bombardeio da mídia criadora de “sensacionais” materiais capazes de destruir a mente dos jovens, ou simplesmente a célebre lavagem cerebral. Um excelente exemplo é um “famoso” reality show de uma conhecida emissora televisiva nacional. Neste programa mostra-se tudo menos a realidade das pessoas deste país, quando o mais interessante seria se este programa de televisão retratasse a verdadeira face dos brasileiros e não modelos desconhecidos ou pessoas narcisistas ao extremo.

É de se levar em conta à idéia de que as pessoas buscam esquecer em um programa como este o seu insucesso pessoal, principalmente em relação aos participantes. A falta de poder da grande maioria dos brasileiros faz deste programa um grande sucesso devido à facilidade de interferir na “vida” dos participantes do programa em questão. A ilusão do poder nas mãos, na fantasia de acreditar possuir a capacidade de decidir o futuro de outra pessoa. O fato é que ao simples ato de discar ao telefone o voto no participante o telespectador sente-se participante e útil ao meio social.

Em nota a ilusão de querer sentir-se parte do meio social, participar a todo o custo e obter respeito por ações quase sempre fúteis torna os cidadãos cada vez mais inaptos ao sucesso ou a evolução do quadro geral do desenvolvimento populacional referente à capacidade de participação na política e no andamento desta nação. A curiosidade é algo extremamente natural para os humanos e isto tornou a espécie dominadora, porém o correto é viver o próprio sonho, pois desta maneira não é possível encontrar a felicidade. Assim a ilusão de sentir-se importante em conversas tolas e irrelevantes é a capacidade de acreditar que fumar não deixa os dentes amarelos e o hálito horrível de se suportar.