09/08/2008

A natureza humana


Homo sapiens, estereótipo da raça. Na verdade buscamos a eterna ganância, e ganância nos deixa feliz, cometemos disparates em todos os instantes. É notório sem sombra de dúvidas que o meio é um fator de muita importância na formação do cidadão, mas defendo a idéia de um plural não dominador sobre o indivíduo e sim a importância do exercício de atitudes singulares. Naturalmente existem diferenças entre os indivíduos quando tratamos da capacidade de cognição alguns são melhores e outros não conseguem ser tão brilhantes, questão difícil de ser resolvida, pois os educadores defendem e defendem a idéia de igualdade cognitiva, delimitando aspectos de diferença entre os elementos. Mas, se falta um ambiente para tornar-lhes melhores por que então os criticar ou nos criticar, esse povo tão sofrido que não exige e não luta por suas virtudes que parecem tão banais. Banalidade é um termo mais acertadamente referido a grande maioria do povo e dos políticos banais, “beatos” de meia tigela.

Homens e mulheres, definição da família cristã. É natural defendermos a moral, mas literalmente parece é que estamos perante a defesa da falsa premissa da verdade. A carência da grande maioria da nação define quem somos o Brasil define-se como um falso país democrático e sim um país onde temos mais deveres do que direitos mesmo quando enfatizo a sociedade decente. Existe uma outra lei para os infratores da moral pré-definida de valores, são eles os legisladores problemáticos e débeis obedientes. No entanto precisamos debelar esse maltrato que tanto nos faz reprimidos. É do homem, cometer e permitir atrocidades é da natureza do homo sapiens ser covarde, poucos sabem se defender ou então deferir as suas necessidades a legislação. Um fato é fundamental nessa crítica somos seres iluminados, o que seria dos humanos sem essa incrível capacidade de assimilar o meio, assimilar a necessidade de sobrevivência, pois o meio que ele ocupa é cruel. Mas o meio nos permitiu evoluir e mesmo que possamos parecer tão limitados somos o ápice da vida orgânica nesse planeta. Criamos a ciência para a nossa necessidade de sobrevivência e para nos apegarmos a algo que nos oferecesse conforto e segurança sinceramente você acredita que já criamos tudo o que necessitamos para a nossa existência, acredito que toda a criação do homem até os dias de hoje são apenas alicerces para um futuro ainda mais tecnológico e menos religioso, o homem vai se desprender dos valores religiosos e terá a ganância por mais poder como a sua religião. Deus será lenda no futuro é da natureza do homem sobrepor ao imponderável e o injusto defenderá a ganância por motivos de necessidade, esse pessimismo é necessário, pois se bem sabemos o poder corrompe e define o que somos pela virtude ou pelo status.

“E se tivermos opção”?.... Primeiro ela existe! Segundo, somos poucos os que exigem. Terceiro não haverá mudança no sistema se não houver uma maior participação da sociedade sobre o estado. Precisamos de uma nova constituição, precisamos de mais vergonha em nossos semblantes tão tristes e com elevado teor de fracasso, o estado deve funcionar como um legítimo pai de família severo, porém bondoso e até gracioso perante seus filhos. Punição! Punição para os infratores, mais presídios e mais escolas, mais decência para os infratores que não são punidos, pois eles sempre estarão aparados pelo sistema. Agora pense o que esperar do sistema de leis quando é feito por autoridades nada corretas, pois neste país a lei é feita por bandido e vai do colarinho branco até o pé sujo que depois vira rei do tráfico, assassino ou pior vira político corrupto.

A imprensa avisa e sonega muitas vezes a informação real é verdade, mas cumpre o seu papel perante a sociedade brasileira. A imprensa depende da chancela do estado para funcionar é um controle interessante do estado perante a possibilidade de liberdade de expressão. Sabemos que no Brasil há uma falsa idéia de liberdade, vivemos num estado que é lobo e se disfarça de ovelha. É uma discussão calorosa, porém ela é cansativa, assim os meios sempre levam aos fins e os fins relevam os meios desta aristocracia barata que comanda o país. “Grita cidadão” tenha um dia de fúria e de civilidade e marche até Brasília, ninguém vai? “Ninguém vai”! Falta ao cidadão brasileiro o ímpeto de vencer, isso é justificável já que sempre fomos oprimidos pela falta de serviços do estado, a verdade é que na grande maioria de nossos cidadãos somos apenas um povo de pobres coitados, coitados em termos bastante lamentáveis é de causar depressão.

Um comentário:

Vanessa Pinho disse...

"...neste país a lei é feita por bandido e vai do colarinho branco até o pé sujo que depois vira rei do tráfico, assassino ou pior vira político corrupto."

Opa.
Triste, mas é a mais pura realidade.